sábado, 29 de janeiro de 2011

Come what may



"The french are glad to die for love (...)", maybe I'm a little bit french. Honestamente não sei o que dizer. Por mais um momento na minha vida me faltam palavras, mas ainda assim sinto. Sinto o que preciso dizer, mas acredito que palavras são pequenas para expressar o que me faz saltar de alegria. Nem as maiores palavras possíveis expressariam o que sinto (até pq as maiores que conheço são relacionadas a doenças, constituição e alemão). Só quero deixar uma coisa bem clara...nada na vida é eterno, mas ainda assim podemos escolher do que queremos lembrar até que a idade (ou o alzheimer) carregue a sanidade e o que queremos manter até que o fatídico fim chegue.


Nesse querer e não poder que é a vida, resolvi querer e poder o possível. Escolhi estar ao teu lado, pq isso me satisfaz. Escolhi viver minha vida e lutar a cada dia mais. Escolhi precisar de você, pq isso me completa. Minha vida não é minha se não for com você, já não dá mais pra dizer "eu" sem pensar no "nós", não consigo mais enxergar sem te ver, não consigo, não consigo, não quero e não posso. E nesse não querer e não poder é que estabeleci meus limites, finquei minha bandeira, fundei minha pátria e agora sou um feliz habitante da nossa vida. Minha terra, meu lar, minha lua. Sempre querendo e nunca alcançando, hoje sou feliz por querer e alcançar. Viver o "nós" foi uma escolha que a Vida me apresentou dizendo:


"Eis o possível. Todo o amor que você precisa. Procure em você e encontrará as razões certas para crer e manter a promessa. Te entrego o possível em meio a tanto descaso e maltrato. Te entrego o possível, não a falsa promessa da perfeição. Te entrego o possível..."


Então, num mar de loucura, me peguei em você. Não estou mais à deriva, encontrei meu porto seguro, meu "cantinho da felicidade" e agora posso respousar nos cálidos braços do amor. Por mais tempestuosa que possa ser a noite, estou aqui por minha escolha, responsabilidade, vontade e risco, mas nem assim irei deixar de te querer e
poder, pq você meu bem, você é a minha possibilidade, meu tão sonhado e esperado
amor. Em meio a tantos (im)perfeitos impossíveis, tu és o possível. Meu possível, minha escolha, meu desejo. A ti dedico minha breve eternidade, a eternidade da chama, já que assim como ela me extinguirei, mas te levarei em minha alma. 'Cause baby, soulmates never die...and come what may I'll love you...until my dying day. Je
t'aime...


Agora eu me despeço...Au revoir. Bisou =*

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Je me oublier du monde


Pardon pour ma français. Resolvi atacar de poliglota. Num mundo onde todo mundo lê em qualquer idioma, a falta de conhecimento de sueco de uns e outros resulta na perda de seu "Hot Body". But como eu quero manter meu "Army of Skanks", não vou vacilar no sueco, nem no Jingle Bell Rock super sexy, menos ainda com meu "Aaron Samuels".
Agradeço a quem resolver ler esse post até o fim. Aproveito e digo que nada faz sentido na vida, menos ainda reativar um blog depois de dois anos de sono criogênico num limbo internético. Saibam que a função maior deste post é dizer o quanto a inclusão digital me irrita sometimes e que dou todo meu apoio à LiLo, 'cause I wanna be bad bad...
Just(in) kiddin'...Amigos que envergonhei publicando fotos no meu último post, so sorry. Lamento por ter feito um trabalho tão escroto, deveria ter tido um pouco mais de consideração.
Lembro que estamos na época de verão, então viva aos amores e desamores desta tão quente estação e a você Summer, sua vadia destruidora de corações, saiba que seu fim será terrível. Apesar de agora desejar sua felicidade, espero que todas as minhas feridas se curem, que minha dança no seu túmulo seja memorável e que um dia eu possa escrever algo sem demonstrar mágoa pelo que passei. Bitch. Seja eternamente feliz.
Mon petit putain, deixo-te um adeus. Que todas essas palavras tenham sido importantes na sua vida. Bye Bye post e leitores.
Ao meu amor, meu bebê...Love me, please love me...because I need you, my sweet valentine...Baby you're my drug and I miss you. Sinto falta de tudo, até dos seus cabelos confusos e ideias cacheadas.